domingo, 5 de outubro de 2014

Conheçam nosso novo espaço!!!

Caros amigos

Apresentamos a vocês nosso novo espaço, completamente renovado e qualificado.
Estúdio de Pilates completamente renovado, com o que há de mais moderno no mercado...

  • Reformer Brutus, idealizado para o segmento terapêutico.
  • Cadillac, depois de tantos pedidos ele está agora conosco.
  • Sliding Barrel, muito mais prático a realização de exercícios.
  • Chair: design super moderno.
  • X-trans: excelente trabalho preventivo e de propriocepção.
  • E muito mais venha conferir
Nosso consultório de Fisioterapia Traumato Ortopedia Funcional está novinho em folha.

Venha conhecer você não vai se arrepender.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Qual é o valor do seu atendimento?

Caros colegas fisioterapeutas
Nas minhas andanças pelas ondas da internet, mais especificamente no Linkedin, conheci uma grande profissional que assim como eu é vidrada em empreendedorismo, Fabrícia Costa. Ela possui um blog excelente chamado Gestão em Fisioterapia. Entrei nesse blog e pude comprovar a excelência das publicações, e com autorização dela publico a postagem chamada "Qual é o valor do seu atendimento".
E não se esqueçam de visitar www.gestaoemfisio.blogspot.com.


Abraços fraternos 


Felipe Santa Rita.:
Fisioterapeuta
Teresópolis-RJ



Qual é o VALOR do seu atendimento?



No ultimo final de semana, durante um curso, teve uma otima discussão sobre essa questão de quanto se cobrar pelo seu atendimento.
Quando os seus pacientes perguntam isso para você, a primeira coisa que vem a sua cabeça é? PREÇO.
E pensando em preço é necessário que você saiba todos os seus custos, como aluguel, luz, telefone, funcionários, material, enfim, todos os custos fixos e variáves parra saber quanto deve ser o mínimo da sua consulta.
Se tivermos como exemplo que 1 hora do seu atendimento custe para você R$ 20,00, qual será o VALOR que será cobrado ao seu paciente? Acho que estamos entrando no assunto que mais afeta a imagem do profissional de fisioterapia, a desvalorização profissional!
Quando precificamos o nosso serviço precisamos incluir nisso a valorização do profissional, quanto que você gastou em cursos para aperfeiçoar ainda mais seu atendimento, quanto que foi investido no espaço físico que você atende para oferecer um ambiente de qualidade ao seu cliente, quanto vale o cliente ser atendido na hora marcada, sem atrasos? São alguns pequenos itens que chamamos de intangíveis, ou seja, o seu paciente não consegue por a mão nisso, mas ele tem que perceber isso. E um cliente satisfeito, bem atendido é seu melhor marketing.
O fisioterapeuta precisa saber mostrar ao seu paciente que a sua consulta tem VALOR, que cada centavo que ele te paga vale a pena. Ou seja, preço é bem diferente de valor certo?

Deixo as duas perguntas para vocês pensarem: Qual o preço da sua consulta? Qual o VALOR da sua consulta?

Fabrícia Costa
Fisioterapeuta

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O PILATES COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA VIBRATÓRIA


    A Plataforma vibratória baseia- se em repetir um estimulo sobre os músculos, tendões e ligamentos, o qual faz gerar uma resposta de contração imediata sem sobrecargas. Através desta vibração se consegue trabalhar 100% dos músculos, e adotando diferentes posturas pontencializamos o exercício realizado sem esforço. Os músculos são oxigenados e consegue- se queimar assim a gordura corporal.
   
 Quando associado ao PILATES FISIOTERAPÊUTICO, realizamos 30’ de exercícios de pilates (solo, bola e aparelhos) e depois 30’ de exercícios de pilates com a plataforma vibratória, podendo se utilizar bolas, faixas, halters, etc. A plataforma vibra a uma freqüência de 10 a 100Hz, podendo ser trabalhados membros superiores, inferiores, abdominais, paravertebrais, enfim o corpo como um todo, e com uma sensação de relaxamento completa.

Benefícios gerais do uso da plataforma vibratória:
  • ·        Reduz a gordura visceral e subcutânea;
  • ·        Melhora do tônus muscular;
  • ·        Aumenta densidade óssea ( combatendo assim a osteoporose);
  • ·        Melhora da circulação sanguinea;
  • ·        Combate celulite e varizes;
  • ·        Promove a drenagem linfática;
  • ·        Prevenção de problemas músculo esqueléticos;
  • ·        Alivio da dor;
  • ·        Relaxamento;
  • ·        Ganho de flexibilidade;
  • ·        Reduz colesterol  excesso de gordura no corpo;
  • ·        Fortalece as articulações;
  • ·        Estimula funcionamento do intestino;
  • ·        Melhora do equilíbrio e coordenação motora;
  • ·        Promove emagrecimento
     
           Venha usufruir destes magníficos benefícios, no único estúdio de Teresópolis que une as maravilhas do Pilates, a potencialidade da plataforma vibratória.

   Abraços fraternos
      Dra. Alessandra S. Santa Rita
      Fisioterapeuta
      CREFITO 32671-F

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo

Caros Amigos, pacientes e clientes da Santa Rita - Fisioterapia e Pilates
Que as pedras que guardamos no ano de 2011 sejam suficientes para construir em belo castelo em 2012!


Abraços dos seus fisioterapeutas Felipe Santa Rita e Alessandra Santa Rita

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Fisioterapia do Trabalho - Um novo conceito de administração inteligente - Parte 1

         O mundo mudou e progrediu, vieram a tecnologia e máquinas altamente sofisticadas.
    Conforme chega a tecnologia, a competitividade cresce e faz com que doenças e disfunções relacionadas ao trabalho apareçam de uma forma que prejudica a produtividade das empresas. Por toda essa competitividade, as empresas têm que se tornar modernas, e a qualidade de vida de seus colaboradores se torna imprescindível, pois a administração inteligente com promoção de saúde para esses colaboradores faz parte desse processo de modernização inteligente.
       Dados do Ministério da Previdência indicam que o país arrecada em torno de R$ 1,9 bilhão com seguros de acidentes de trabalho, o que representa menos de 10% dos gastos com o atendimento ao acidentado, salários por dias não trabalhados, aposentadoria por invalidez e pensões.
        O país e as próprias empresas gastam R$ 23 bilhões por ano para cobrir acidentes e doenças profissionais, o que representa 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB).
No Brasil, segundo levantamento da escola politécnica da USP, há exemplos de empresas que possuem 15% do seu efetivo afastado por DORTs (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), e 70% sintomáticos com queixas em membros superiores, e irritação e cansaço nos olhos.
       Segundo pesquisas americanas, cada dólar investido em programas de prevenção laboral, é revertido em 3 dólares adicionais ao lucro da empresa.
        No Brasil, dos afastamentos de postos de trabalho por doenças ocasionadas por atividades de trabalho diárias, 50% foram ocasionados por DORTs. Os outros 50% estão divididos entre problemas respiratórios, alérgicos e contusões em geral.
           Devido a estes fatos relatados acima, se faz extremamente necessário o desenvolvimento de estratégias que visem a profilaxia: ou para ficar mais fácil vamos falar prevenção. E o fisioterapeuta é profissional extremamente gabaritado para executar ações que visem prevenir as DORTs. 
          A inserção do Fisioterapeuta nas empresas e ambiente de trabalho, não tem somente o objetivo de promover ginástica laboral, ou cinesioterapia laboral, mas sim traçar um diagnóstico funcional ergonômico dos colaboradores, e assim promover adequações nos postos de trabalho, encaminhar para tratamento os colaboradores que já apresentarem distúrbio cinético funcional, e após, iniciar os procedimentos de ginástica laboral. Desta forma, gera-se uma eficiência maior e consequentemente sucesso, com uma maior adesão dos colabores.
      Na próxima postagem falarei mais a respeito desta área chamada Fisioterapia do Trabalho.

Abraços fraternos

Felipe Santa Rita.:
Fisioterapeuta
CREFITO 30908-F

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Honorários pagos aos fisioterapeutas pelos planos de saúde - Uma afronta ao tratamento de qualidade

    
    Caros amigos depois da postagem anterior não poderia deixar de explanar mais um pouco a vocês sobre a relação das operadoras de planos de saúde com os fisioterapeutas.
  Como vocês puderam ter idéia já se tornou insustentável prestar assistência fisioterapêutica aos clientes possuidores de planos de saúde. Os valores repassados na maioria das vezes não tem reajuste a cerca de 19 anos, e posso dizer que isso é uma afronta a você que com tanta dificuldade  paga mensalmente o seu plano de saúde.
    Quando alguém contrata um plano desses, o faz em busca de qualidade e resolutividade no atendimento, já que não encontra isso no serviço público. Porém está impossível para o fisioterapeuta manter essa tão almejada qualidade e resolutividade, já que para manter as contas em dia, o profissional precisa atender muitas vezes vários pacientes por vez. E o pior como vai se qualificar? Recebendo essa miséria, certamente não tem como.
Citando um caso dentro da nossa própria cidade Teresópolis, a Unimed Serra dos Órgãos é um planos que pior pagam ao fisioterapeuta no Brasil, são míseros R$ 3,80 (descontando os impostos), podendo chegar ao máximo R$ 10,00 (mas para receber R$ 10,00 é difícil), fora o que glossado (não é pago).
    E você usuário não tem culpa nenhuma, a culpa é das operadoras de planos de saúde, que só aumentam a sua mensalidade e não repassa isso aos profissionais. 
    Caso seja necessário um atendimento mais individualizado (o que deveria ser regra), através de técnicas modernas da Fisioterapia, você certamente terá que pagar isso do seu próprio bolso; quem precisou ser submetida a técnica de RPG - Reeducação Postural Global, sabe bem o que estou falando. 
    Como toda ciência, a Fisioterapia evoluiu no decorrer do tempo, novas técnicas, mais modernas, mais resolutivas; e o usuário de planos de saúde com certeza não tem acesso a esses tipos de tratamento; pois para que o fisioterapeuta utilize esse arsenal se faz necessário individualidade e dedicação ao tratamento, e recebendo R$ 3,80 é impossível.

    O COFFITO - Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional editou em 2009 a 2ª edição do RNHF - Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos, onde instituiu valores corretos e justos para pagamento de honorários fisioterapêuticos, nele estão contemplados essas tais técnicas mais modernas, e você usuário pode e deve ser nosso parceiro nessa empreitada por justa remuneração, que culminará em Fisioterapia de Qualidade. Segue abaixo o link do RNHF.



Abraços fraternos

Felipe Santa Rita .:
Fisioterapeuta
CREFITO 30908-F

quinta-feira, 25 de agosto de 2011


Fisioterapeutas suspendem atendimento em protesto contra planos de saúde 

Profissionais da área de reabilitação seguem exemplo de médicos conveniados aos planos e interrompem atividade. Protesto contra a baixa remuneração deixa 3,5 mil sem atendimento


Publicação: 23/08/2011 06:00 Atualização: 23/08/2011 09:35

João Batista de Castro sofre de dores na coluna: além de encontrar barreiras ao tratamento, ontem ele foi surpreendido com a faixa que informava sobre o movimento (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
João Batista de Castro sofre de dores na coluna: além de encontrar barreiras ao tratamento, ontem ele foi surpreendido com a faixa que informava sobre o movimento
A Paralisação do atendimento médico aos planos de saúde realizada pelos médicos em abril agora se repete com os profissionais da reabilitação. Cerca de 3,5 mil usuários de planos de saúde não conseguiram atendimento nessa segunda-feira em clínicas de Belo Horizonte e nesta terça-feira , mais uma vez, os estabelecimentos estarão fechados para os convênios médicos. O protesto faz parte de um movimento dos fisioterapeutas contra os valores pagos pelos planos e esquenta a tensão na saúde suplementar. Os usuários dos serviços acabam se tornando alvo e são os que mais sofrem com o problema.

Segundo o Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais (Sinfito-MG) o valor da consulta, que varia de R$ 4,20 a R$ 12, não tem sido suficiente para cobrir os custos. “Tentamos negociar com os planos o valor mínimo de R$ 19 pela sessão, mas não tivemos retorno. Atualmente, retirados os custos, sobra, em média, R$ 0,80 para o profissional. É impossível trabalhar com esses valores”, aponta Bruno Fukino, presidente do sindicato. Nessa segunda-feira, cerca de 25 clínicas de Belo Horizonte fecharam as portas. Segundo empresários do setor, o prejuízo médio é de R$ 15 mil ao dia.

O dano aos pacientes não foi maior porque as clínicas fizeram um aviso prévio. Ainda assim, houve caso de usuário de plano que optou pelo atendimento particular. Mais de 90% dos pacientes atendidos pela fisioterapia são usuários de planos de saúde e a lista de queixas dos usuários do serviço é enorme.

A psicóloga Nelita Freitas é usuária de plano de saúde e conseguiu atendimento em pleno dia de protesto porque banca o tratamento preventivo com recursos próprios. Nelita conta que tinha restrições ao uso de corticóides e só curou uma inflamação depois de fazer 40 sessões de fisioterapia. Para não sofrer recaídas e manter a saúde, ela faz um trabalho de manutenção. Paga R$ 220 por mês, por duas sessões. “Acho que os planos deveriam investir também na prevenção. Se eu não fizesse o reforço muscular, poderia sofrer novamente com o problema que já consegui superar.”

Apesar de entidades de defesa do consumidor apontarem a necessidade de haver uma mediação dos conflitos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não interfere na relação entre os prestadores de serviços e as operadoras. A ANS informa, no entanto, que não pode haver prejuízos aos usuários. “A operadora deve garantir o atendimento. Se isso não acontecer, o usuário pode entrar em contato com o disque ANS e fazer uma denúncia”, reforça a agência, por meio de sua assessoria.

A fisioterapia está incluída no rol de procedimentos obrigatórios, mas o atendimento hoje se tornou um desafio. Segundo Isidro Alvarez, que administra quatro unidades da Clínica Fisior em Belo Horizonte, são cerca de 200 pacientes por dia sem atendimento. Ele aponta que não são poucos os negócios que já fecharam as portas ou mudaram o ramo de atividade. O Sinfito também informa que as operadoras dificultam o atendimento aos usuários, não investem no tratamento preventivo, o que pode agravar o quadro dos pacientes e tornar o serviço ainda mais caro.


Com dores
Nelita Freitas prefere bancar tratamento: gastos de R$ 220  (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Nelita Freitas prefere bancar tratamento: gastos de R$ 220
Esta é também a reclamação do aposentado João Batista de Castro. Ele sente dores na coluna e precisa começar a fisioterapia. Como não sabia da paralisação, foi surpreendido pela faixa informando o protesto na porta de uma clínica. “Tive um imprevisto e atrasei para começar o tratamento. Avisei ao plano de saúde e mesmo assim eles interromperam minha autorização com alegação de que demorei sete dias corridos para iniciar as sessões.” O aposentado agora terá que começar novamente do zero e marcar um médico para autorizá-lo ao tratamento. “Preciso da fisioterapia e não sei quantos dias vou demorar para conseguir nova autorização.”

Há 25 anos no mercado, Eloísa Miranda é fisioterapeuta e dona do Instituto de Ortopedia e Fisioterapia (IOF), que funciona no Centro de BH. Segundo ela, cerca de 160 pacientes deixaram de ser atendidos por causa da paralisação. “Tentamos vários contatos com os planos, mas não tivemos retorno. Ao longo de 20 anos tivemos reajustes de alguns centavos, o que levou a situação a um limite.”

Procurada pela reportagem, a Unimed-BH informou que mantém uma política de remuneração diferenciada para os serviços de reabilitação frente ao mercado local. A cooperativa destacou que segue rigorosamente os contratos firmados. Ressaltou, ainda, que seus clientes podem procurar a operadora para esclarecer dúvidas, mas não comentou sobre seus usuários que nessa segunda-feira voltaram para casa sem atendimento. A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) informou que não faz parte de suas atribuições discutir remuneração a prestadores de serviços. Já a Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), colocou que vem participando ativamente dos fóruns de debates sobre remuneração médica, liderados pela ANS, e também das câmaras técnicas da Associação Médica Brasileira (AMB).

Daqui para o futuro
Um novo modelo

Amanhã fisioterapeutas de Minas vão se reunir para votar o que chamam de fim do tratamento parcial aos usuários de planos de saúde. Segundo Isidro Alvarez, administrador em Belo Horizonte de quatro clínicas especializadas, a decisão vai marcar um novo modelo no atendimento da reabilitação. Segundo ele, hoje os convênios pagam para que o paciente trate uma parte do corpo. Por exemplo um ombro. No entanto, os fisioterapeutas defendem a reabilitação global. “O que significa por exemplo, o reforço do outro ombro que será sobrecarregado no processo de tratamento. Não vamos mais aceitar a segmentação autorizada pelos planos.”

SAIBA MAIS
A mesma Justificativa

Em abril médicos promoveram um dia de protestos contra o valor pago pelas consultas médicas. Reclamaram também da interferência dos planos na conduta médica, como a limitação no pedido de exames. O ministério da Justiça impediu os médicos de coordenar movimentos como o ocorrido em abril. Em maio, fisioterapeutas de Minas distribuíram carta aberta à população. No texto denunciaram o pagamento de R$ 4,20 por sessão de 50 minutos. Nessa segunda-feira clínicas especializadas interromperam atendimento aos convênios. Nesta terça-feira, o atendimento será novamente suspenso. Fisioterapeutas prometem promover protesto às 11h na Praça da Liberdade.

Congresso Sul Americano de Fisioterapia em Búzios - Junho de 2011

Congresso Sul Americano de Fisioterapia em Búzios - Junho de 2011
Dr.Felipe Santa Rita em mesa redonda do Congresso - o tema da mesa foi " O Fisioterapeuta nas Olimpíadas - Verdades e Mitos"