O mundo mudou e progrediu, vieram a tecnologia e máquinas altamente sofisticadas.
Conforme chega a tecnologia, a competitividade cresce e faz com que doenças e disfunções relacionadas ao trabalho apareçam de uma forma que prejudica a produtividade das empresas. Por toda essa competitividade, as empresas têm que se tornar modernas, e a qualidade de vida de seus colaboradores se torna imprescindível, pois a administração inteligente com promoção de saúde para esses colaboradores faz parte desse processo de modernização inteligente.
Dados do Ministério da Previdência indicam que o país arrecada em torno de R$ 1,9 bilhão com seguros de acidentes de trabalho, o que representa menos de 10% dos gastos com o atendimento ao acidentado, salários por dias não trabalhados, aposentadoria por invalidez e pensões.
O país e as próprias empresas gastam R$ 23 bilhões por ano para cobrir acidentes e doenças profissionais, o que representa 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB).
No Brasil, segundo levantamento da escola politécnica da USP, há exemplos de empresas que possuem 15% do seu efetivo afastado por DORTs (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), e 70% sintomáticos com queixas em membros superiores, e irritação e cansaço nos olhos.
Segundo pesquisas americanas, cada dólar investido em programas de prevenção laboral, é revertido em 3 dólares adicionais ao lucro da empresa.
No Brasil, dos afastamentos de postos de trabalho por doenças ocasionadas por atividades de trabalho diárias, 50% foram ocasionados por DORTs. Os outros 50% estão divididos entre problemas respiratórios, alérgicos e contusões em geral.
Devido a estes fatos relatados acima, se faz extremamente necessário o desenvolvimento de estratégias que visem a profilaxia: ou para ficar mais fácil vamos falar prevenção. E o fisioterapeuta é profissional extremamente gabaritado para executar ações que visem prevenir as DORTs.
A inserção do Fisioterapeuta nas empresas e ambiente de trabalho, não tem somente o objetivo de promover ginástica laboral, ou cinesioterapia laboral, mas sim traçar um diagnóstico funcional ergonômico dos colaboradores, e assim promover adequações nos postos de trabalho, encaminhar para tratamento os colaboradores que já apresentarem distúrbio cinético funcional, e após, iniciar os procedimentos de ginástica laboral. Desta forma, gera-se uma eficiência maior e consequentemente sucesso, com uma maior adesão dos colabores.
Na próxima postagem falarei mais a respeito desta área chamada Fisioterapia do Trabalho.
Abraços fraternos
Felipe Santa Rita.:
Fisioterapeuta
CREFITO 30908-F

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